domingo, 18 de maio de 2014

Silo- Hugh Howey

Eu conheci Silo através da Turnê Intrínseca e foi paixão à primeira vista ( não posso negar que livros grossos me animam!). 

Quando eu comecei a ler Silo fui dominada por uma necessidade gigantesca de entrar naquele mundo e descobrir todos os mistérios que o envolviam, de ligar todos os pontos e conhecer o que realmente é o Silo. Confesso que, em determinado ponto da história, achei a leitura cansativa, pois queria muito que algo extraordinário acontecesse ( e aconteceu!). 

Silo se baseia em um mundo onde as pessoas vivem dentro de um silo subterrâneo e não tem contado nenhum com o exterior. É como uma comunidade dividida em vários níveis. A pena máxima para quem comete crimes no silo é a limpeza, ou seja, essa pessoa deve sair do silo, limpar a janela ( que é o único contato que as pessoas tem com o mundo externo) e depois morrer. Resumindo: Eles só têm tempo de limpar a janelinha, porque o mundo fora do silo é totalmente tóxico e você vai morrer quando acabar a limpeza. O mais estranho nisso é que todos que foram condenados sempre realizavam a limpeza, mesmo sabendo que iria morrer.
A história realmente começa quando Juliette, uma mulher batalhadora da Mecânica, é chamada para assumir o cargo de nova xerife do silo. A parti daí, segredos vêm a tona e você começa a conhecer o mundo do Silo.
Silo faz parte de uma trilogia e é o primeiro volume.

A escrita é agradável e o autor consegue passar com clareza os sentimentos de cada personagem. Eu chorei e me surpreendi a cada nova descoberta. Quem quiser conhecer o mundo do Silo esse aqui é o site oficial. Quem quiser ler o 1º capítulo é só clicar aqui. Lembrando que o livro é publicado pela editora Intrínseca, então podem ir diretamente no site da editora.




Voltei!!!

Bom, depois de taaantoo tempo, o blog voltou a ter atualizações. Peço desculpas por ter ficado tanto tempo longe,mas, em compensação, nesse meio tempo eu li muitos livros e vou contar as novidades para vocês.

sábado, 23 de novembro de 2013

Sobrevivendo na "selva" do mundo real- Parte II: O nosso Jogos Vorazes

Fazendo uma analise dos meus últimos dias resolvi fazer uma segunda parte do "Sobrevivendo na selva do mundo real", mas dessa vez me permitir associar a nossa constante luta à saga que já conquistou o coração de muitos: Jogos Vorazes.
Bom, Jogos Vorazes, na minha opinião, é uma metáfora do mundo real. O tempo todo estamos lutando pela nossa sobrevivência,  formando alianças, lutando para proteger quem amamos... Estamos em constante briga com o mundo, seja para defender um princípio, uma causa, ou qualquer outra coisa, e, o mais importante de tudo isso é que estamos lutando, não estamos apenas sobrevivendo, sendo levado pelo mundo, nós estamos vivendo, estamos sonhando e desejando, lutando pela nossa sobrevivência, lutando para não se afogar nas dificuldades e nos obstáculos. 

Nosso mundo pode até não ser tão explicito quanto a arena dos Jogos Vorazes, mas isso não o torna totalmente diferente. Podemos até não sermos enviados para uma arena para, literalmente, matar para sobreviver, mas fazemos isso indiretamente quando competimos com uma pessoa para uma vaga de trabalho, para ser promovida, etc. lutamos com as nossas qualidades e com o nosso potencial. 
O que eu quero dizer é que lutar significa viver e ,se você não luta, você apenas sobrevive, então lute pelos seus objetivos, porque só você pode fazer isso e tem muitos leões por aí pronto para atacar na primeira oportunidade.


Que a sorte esteja sempre ao seu favor!
 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

O vendedor de sonhos - Frases

"Sem sonhos, os monstros que nos assediam, estejam eles alojados em nossa mente ou no terreno social, nos controlarão. O objetivo fundamental dos sonhos não é o sucesso, mas nos livrar do fantasma do conformismo."

"Os formais recebem diplomas e aplausos, os desvairados produzem as idéias que eles utilizam."

"Quem não é generoso consigo mesmo jamais o será com os outros. Quem cobra muito de si mesmo é um carrasco dos outros."

"É possível fugir dos monstros de fora, mas não dos que temos dentro da mente."

"O importante não é o mapa, mas a caminhada."

"Há muitos anos me pergunto quem eu sou. Quanto mais me pergunto, menos sei quem sou. O que penso que sou não é o que sou."

sábado, 9 de novembro de 2013

Cidades de Papel

O que dizer de John Green, quando você não tem palavras para descrever tamanha inteligência?

Quando eu li A Culpa é das estrelas, fiquei fascinada com a história, fascinada com o jeito que John escreve, como ele me faz rir e viajar na história dos personagens. Ele tornou-se o meu autor favorito. Movida a esse sentimento de curiosidade, resolvi conhecer os seus outros livros, e foi aí que eu cheguei até Cidades de Papel.

Achei que não iria mais me surpreender com Mr. Green, mas eu estava terrivelmente enganada, EU ME SURPREENDI e  a cada página que eu virava eu me sentia mais completa, viva, eu era o Q, ao mesmo tempo que eu era a Margo.

O livro é impressionante e encantador. Com os seus diálogos hilários, John criou um mistério envolvente e surpreendente.

Margo Roth Spielgelman, Quentin, Radar, Ben, Lacey.......amei conhecer vocês. 

" Você vai para as cidades de papel e nunca mais voltará".